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Mudança…. Change…

English version, please scroll down
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Mudar é um assunto que constantemente aparece nas rodas de conversas. Seja porque resistimos ao que está se transformando, ou então porque queremos tanto mudar e nem sabemos por onde começar.
Como praticante de Yoga testemunhei tantas vezes minha própria mudança, mas confesso que estar nesse fluxo só começou a se tornar um ato consciente para mim a partir do dia que me entreguei à uma prática de Yoga mais regular. E até pouco tempo atrás não havia me dado conta de como o Yoga é um grande condutor nesse processo.
Yoga para mim sempre foi muito uma morada do corpo, onde no tapete eu me alongava, fortalecia e ahhhh respirava de peito aberto. Saía da prática energizada e com a mente centrada. Obviamente com ganhos em todos níveis, mal percebia eu que o maior deles não estava no meu corpo mais flexível, nem na musculatura mais desenvolvida Mas sim na minha capacidade de focar no que era necessário no momento, evitando que mesmo presentes, todos os outros pensamentos não criassem um ruído no meu foco.
Essa capacidade ou habilidade que realmente advém da prática, faz com que independente da situação que você esteja vivendo fora, internamente você tem a clareza do que enxerga e a partir daí você pode criar sua mudança de forma consciente.
As reais mudanças são trabalhosas, exigem entrega e perdas. Acho que estamos muito mais dispostos à primeira condição do que a segunda. Perder, deixar ir, entender que aquilo não lhe serve mais por melhor que tenha sido por anos, aceitar que ciclos se acabam é um dos aprendizados que mais exigem de nós. E o mais irônico de todo processo ou até a beleza dele se assim você enxergar, é que são as perdas os grandes impulsionadores das mudanças.
Mas mudança não acontece sem foco, sem entender o que realmente está acontecendo para então tomar um rumo, uma decisão. E entre todas as qualidades que você vai adquirir praticando Yoga acredito que essa é a melhor e principal delas.
Por isso não me espanto quando alunos após um tempo de prática regular começam a questionar e transformar suas vidas. São às vezes mudanças dos hábitos de comer, de dormir, de se expressar. Outras são vidas inteiras transformadas através de uma nova opção de trabalho, de parceiro ou até de morada.
Toda mudança seja de que tamanho for, é um processo lindo e perfeito em si mesmo. A questão não fica no onde você chegou com ela, mas sim como você a trabalhou dentro de si.
Eu aprendi a mudar, mudando. Mas sem o Yoga me trazendo foco, eu teria passado por todos meus processos como coadjuvante e pouco aproveitaria deles para o meu crescimento. Mais consciente e focada, não apenas mudei o de fora, mas principalmente transformei o de dentro, me achando e entendo em si própria cada vez mais.
Te vejo no tapete
Om
🦋🦋🦋
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Change is a subject that constantly appears on the talks. Whether we resist what is changing or we want so much to change and we do not even know how to start.
As a Yoga practitioner I have witnessed so many times my own change, but I do confess that being in this flow only began to become a conscious act for me from the day I started a more regular Yoga practice. And until then I had not realized how Yoga is a great driver in this process.
Yoga for me was always a process of the body, where on the mat I stretched, strengthened and breathed open chest ahhhh. I used to leave the practice feeling energized and with a centered mind. Obviously with gains on all levels, I hardly realized that the greatest of them was not in my more flexible body, nor in my more developed muscles, but in my ability to focus on what was needed at the moment, avoiding to give attention to all other thoughts which could be creating noise in my mind.
This quality or ability that really comes from practice, makes you have internally, regardless of the situation you are living outside, the clarity of what you see and from there you can create consciously your transformation.
The real changes are hard-working, require acceptance and losses. I think we are much more into the first condition than the second. To lose, to let go, to understand that it does not serve you better than it has been for years, to accept that cycles are over is one of the most demand learnings. And the irony of the process or even the beauty of it if you feel so, is that losses are the great drivers of change.
But change does not happen without focus, without understanding what is really happening so then you can take a direction, a decision. And among all the qualities you will acquire by practicing Yoga, I believe that this is the best and most important of them.
So I am not surprised when students after a period of regular practice begin to question and transform their lives. They sometimes change habits of eating, sleeping or how they express themselves. Others have their whole lives transformed through a new job, a partner or moving to a different place.
Every change of whatever size is a beautiful and perfect process in itself. The question is not how far or where you reach from doing it, but rather how you worked it within you.
I learned to change, changing. But without Yoga bringing me focus, I would have gone through all my processes as a coadjuvant and would take little advantage of them for my growth. But conscious, focused, not only did I change the outside, but mostly I transformed the inside, finding myself and understanding myself more and more.
See you on the mat
🦋🦋🦋
Om

Com a cabeça nas estrelas…I have been with my head in the stars lately….

Vedic-astrology1

Nas últimas  três semanas ando literalmente com a cabeça nas estrelas. Após quase 20 anos ouvindo minha Revolução Solar ( ou o mapa astrológico para aquele ano), decidi aproveitar a oportunidade oferecida e mergulhar na Astrologia Védica como aluna.

Este ano tive que dar uma sossegada no ritmo de trabalho e tem sido ótimo porque pude voltar a focar em ser uma aluna, estudando disciplinas que há tempo queria aprender mais. Assim veio primeiro o Vedanta e agora a Astrologia Védica.

Muitas vezes quando se pensa em Astrologia, sendo ela Védica ou Ocidental os mais céticos acreditam que ambas se baseiam em fatos não verídicos ou pouco racionais. Alguns ainda argumentam que se quando nascemos já está  tudo determinado, o que realmente fazemos aqui então ? Para que batalharmos pela mudança se os planetas já  estão condicionando nossa vida?Mas na verdade não é bem assim que funciona.

De acordo com a Astrologia Védica, quando nascemos, na exata hora de nossa chegada aqui na terra, os planetas estão alinhados em determinadas posições. É como se tirássemos uma foto desse momento no céu. Nesse exato instante o Sol, a Lua entre outros estão vibrando em certa energia e com essa energia de todos os 9 planetas que marcamos nossa chegada a nossa querida Terra mãe .

Então se quando você nasceu Marte se alinhou e se posicionou na casa 1, a casa da Vida, isso mostra que você é uma pessoa de personalidade corajosa, destemida que se responsabiliza por sua vida e em tocá-la para frente. Esse é um exemplo simples, só para termos mesmo uma ideia desse mundo arte da Astrologia. O mapa natal de uma pessoa é algo a ser interpretado como um todo onde cada planeta posicionado em determinado grau, em certas casas, acompanhado de uma constelação cria toda uma energia que vai se irradiar em você e em sua alma, na sua forma de pensar e de se relacionar com o mundo.

Pensando assim podemos entender a Astrologia Védica como um grande mapa de auto conhecimento . Como se ao olharmos para ele, nós nos enxergamos sob uma nova perspectiva. Entendemos nossa individualidade dentro de uma certa ordem. Acessamos um portal onde vemos tudo o que acontece dentro de nós  e assim podemos objetificar nosso funcionamento, entendendo melhor nossas emoções. Ter acesso ao nosso mapa, dá nos a chance de criar uma harmonia cada vez mais acertiva dentro de nosso próprio funcionamento interno.

Lindo, não? Poético…Quem não quer se entender melhor?Quem não quer saber como lidar de uma forma melhor consigo próprio e as próprias emoções?

Lembrando que o mapa de nascimento é uma das possibilidades que a Astrologia Védica nos traz. Podemos através dela ainda acompanhar o trânsito  dos planetas à medida que o tempo passa e verificar tambem quais datas são mais apropriadas para determinados acontecimentos.

Existe uma sincronicidade de energias atuando no Universo, quer você as observe ou não. Elas atuam das mais variadas maneiras em nossas vidas e no Universo. Quanto mais nos integrarmos ao que acontece no momento presente, mais podemos atuar de forma eficiente e construtiva em nossas próprias vidas.

Espero ter trazido um teco da minha nova jornada nessa disciplina arte e pouco a pouco vou trazendo aqui o que ando aprendendo….

Fica aqui o meu convite…

Om

Cris

Links uteis : http://www.astroshakti.blog.br/

https://www.vedanta.life/p/curso-de-astrologia-vedica-360

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For the last three weeks I’ve been literally with my head in the stars. After nearly 20 years of listening to my Solar Revolution (or the astrological map for that year), I decided to take advantage of the opportunity offered and immerse myself in Vedic Astrology as a student.

This year I had to take some time off and it has been great because I could focus on being a student again, studying subjects that have long wanted to learn more. I have started learning Vedanta and Vedic Astrology.

Sometimes when we think about Astrology,  Vedic or Western, the most skeptical believe that both are based on non reliable facts. Some still argue that if everything is already determined, what do we really  have to do here then? What is the purpose of going after change, if planets are conditioning our lives? But this is not how the Astrology works.

According to Vedic Astrology, when we are born, at the exact time of our arrival here on earth, the planets are aligned in certain positions. It is like taking a  picture of that moment in the sky. At that very moment the Sun, the Moon among others are vibrating in a certain energy that will affect you.


So if  when you were born, Mars was aligned in a way, that puts it  in your first house , the house of Life, this shows that you are a brave, fearless person  who takes responsibility for your life . This is a simple example,  so we can have an idea of ​​this  art called Astrology. The birth chart of a person has to be interpreted as a whole, in which each planet positioned in a certain degree, in certain houses, accompanied by a constellation creates an energy that will affect you and your soul, your  way of thinking and the way you relate to the world in a very specific way.
From this point of view we can understand Vedic Astrology as a great map of self knowledge. When we look at it, we see ourselves in a new perspective. We understand our individuality within a certain order. We access a portal where we see everything that happens inside us and so we can objectify our operation, understanding our emotions better. Having access to our map gives us the chance to create a more harmonious relationship with ourselves.
The birth map is one of the possibilities that Vedic Astrology brings us. Through it we can still follow the transit of the planets as time passes and also check which dates are more appropriate for certain events.

Isn’t it cool ? Poetic … Who does not want to understand yourself better? Who does not want to know how to deal better with your emotions?
There is a synchronicity of energies acting in the Universe, whether you observe them or not. They act in a variety of ways in our lives and in the Universe. The more we integrate into what happens in the present moment, the more we can act efficiently and constructively in our own lives.I hope I have brought a bit of my new journey in this art discipline and little by little I will be bringing here what I have been learning ….Here’s my invitation …OmCris

 

 

Hmmmm…What about a playlist for your practice? Hmmmm….Que tal uma playlist for your practice?

I luvvvvvvv music …..In the last blog post I have made a sequence for you to work on your Padmasana…..  Here comes another gift ..A playlist for listening while you practice it …Enjoy! 😊☺️🍄

Playlist Hip Opening sequence 

Para tudo tenho uma música! Amuuuu….Então porque não para praticar Yoga….Para aqueles dias que você não quiser fazer sua prática ao som de sua respiração, aqui vai um presente….Uma playlist para te inspirar…..Enjoy!  ❤️❤️🦋

Playlist Sequência de Abertura de quadril

Om ❤️🦋🦋

Hip opening sequence….Sequencia para trabalhar abertura de quadril…

for you!!!!

 

Start slowly on the ground. After warming up, you can do your habitual Suryas Namaskars. Keeping up with the rhythm , you can do an opening sequence  that will lead you into a Padmasana pose .Remember always to respect your body and mind limits. Have fun, good practice and let me know how it was……

Om

Comece devagarinho no chao. Depois do aquecimento, faca seus Suryas Namaskaras habituais. Mantenha o ritmo e faca a sequencia de abertura lateral que te levara a pose de Lotus – Padmasana. Lembre-se de respeitar seus limites , Boa pratica e depois me conta com foi…

Om

 

 

Sem asana perfeito, sem prazo para o que te aflige acabar, a vida se torna o que ela realmente é, o MOMENTO. E saber vivê-lo com integridade e inteira presença virou o desafio diário dentro e fora do tapete.

Version In English soon…

A gente vive no hábito das datas ….Do prazo…Do até aquela data tem que acontecer….Já nascemos com prazo para rolar, sentar, engatinhar, andar…E quando por qualquer motivo que seja não cumprimos nossos prazos, começam a surgir as preocupações.

Nossas datas nascem de pesquisas, de estudos , nascem da sabedoria da ciência. De tanto, tantas pessoas repetirem aquele hábito, padrão ou desenvolvimento ele se torna aceito como algo natural à aquela ação ou aprendizagem. De certa forma viramos um timer com tempos programáveis.

Se por um lado existe um ganho em se orientar por essas datas, por outro quando  os prazos deixam de ser exatos e passam a virar uma espera o desespero toma a gente por conta. Como lidar com algo que não se sabe até quando? O hábito de vislumbrar um fim com data para acabar ou acontecer, talvez dê muito conforto às pessoas que passam a lidar com algo mais palpável . Mas nem tudo, ou talvez muito pouco seja assim tão facilmente administrável e é nessa hora que o Yoga me trouxe luz…

Quando comecei a praticar Yoga,  o timer do quando vou fazer aquele asana assim, ou quando vou conseguir meditar por mais de 5 min foi acionado. Quantas horas de prática me transformam em uma Yogini mais avançada? Hummmmm. Será que alguém pode me dar uma data limite para isso tudo acontecer? E se enganando ou não, acreditando ou não me joguei no tapete contabilizando as horas para chegar nos meus “lás”. Mas o mais divertido do Yoga é que ele ensina MESMO,  se houver disposição para se aprender.

Para alcançar minhas datas, metas aumentei o tempo no tapete e passei a fazer Yoga diariamente…Inspira desce , trabalha o asana… Não tá bom repete, alonga mais a perna dessa vez, encaixa o quadril e quando me dei conta minha prática de Yoga virou um exercício físico com metas claras, com  datas e limites definidos. Quando percebi isso, entrei em choque…E me desculpe a frase…. Que droga de prática estava eu fazendo? Não havia mais espaço para a respiração, para o foco, para a fluidez do que fazia. Ao invés , estava eu fazendo uma repetição mecânica de movimentos com uma obstinação para fazer uma arquitetura de uma forma corporal. Foi frustrante em todos os sentidos…Porque primeiro o asana não saiu mesmo….E segundo aquele tipo de prática só estava me deixando mais irritada e mais desanimada comigo mesma.

Humilde o suficiente para entender o processo, parei tudo que fazia e voltei para o tapete para praticar o meu melhor todo dia. Nem que o melhor daquele dia fosse fazer meus Suryas para depois iniciar o dia de trabalho. Mandar aquela data embora foi um bálsamo para o meu coração e mente. Me deixou livre para me concentrar no que realmente precisava e o que era primordial no momento – eu. Nessa nova dinâmica minha prática ganhou sutileza, força e energia. E sem esperar nada dela, tive muitos ganhos e os melhores colhi fora do tapete.

Não muito tempo depois de iniciar uma Yoga mais fiel ao meu momento, corpo e auto conhecimento, passei a enfrentar situações difíceis de espera na vida real. Situações que me tiraram de minha zona de conforto em todos os sentidos e me colocaram a prova do viver sem saber até quando.  Estes momentos começaram angustiantes, difíceis e assim como na minha prática fui me dando conta de que primeira coisa a se fazer era esquecer o tal do até “quando”. Viver sem saber uma data sobre quando a resposta viria foi um exercício e tanto . Se a gente não fica atento,   aquela tão aguardada notícia vira o motto de nossa vida e nada mais além dela nos interessa ou presta.

Sem asana perfeito,  sem prazo para o que aflige acabar, a vida se transformou no que ela realmente é,  o MOMENTO. E saber vivê-lo com integridade e inteira presença virou meu desafio diário dentro e fora do tapete.

Porém tomar  consciência desse tempo que ensina, não me tornou uma expert em calmaria e paz interior. Há sim dias de desespero, de dificuldades como há dias de muita tranquilidade. O que realmente mudou foi a forma como passei a entender e aceitar a vida sem prazo e ao Yoga sou eternamente grata por isso.

Om….❤️❤️🦋

 

Yeap, probably it is not the most beautiful or best aligned urdhva dhanurasana…Sim, provavelmente não é o mais bonito e nem o melhor Urdhva Dhanurasana 

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you have ever seen so far….But it is such an amazing good feeling to be able to do it and share it with you…When we were kids whatever we were doing we wanted parents to see it. It is like there is no fun if no one sees it and there is no complete happiness if you don’t share the accomplishment with another human being. The thing is that we are not talking about those people who want audience to feed their egos. More in the opposite direction , I am talking about how sharing experiences makes life more meaningful and inspirational.

Some students might look at their yoga teachers and feel like there is no struggle for them when it comes to the yoga practice. They might think that teachers don’t put efforts to do the poses. Maybe a couple of them. But on the mat there is always place for everything. There is hard working on stretching, gaining strentgh, conquering fear, improving breathing and most of all letting all go.

When I started learning Urdhva Dhanurasana it didn’t attract me at all. I was beggining to do it and there wasn’t too much to think or feel there. And to help me avoiding  it at that time, my yoga teacher used to skip it or switch it for bridge pose. The time passed by, I started practicing with other teachers and Urdhva Dhanurasana came again on my mat. Differently from the other times , I felt panic trying it and almost no strentgh to go up. I tried it a couple of times and decided to go back to my old and same bridge pose for security. And it would keep going like this, if I didn’t decide to become a yoga teacher and most importantly if I didn’t make an honest and full commitment to my Yoga practice.

So in 2016 I decided to work on the wheel pose no matter what. In the beggining I must say I felt like I would never leave the floor.I was feeling lost in which muscles I should be activating or where to look. I studied the pose a lot before getting  on the mat but once  doing it my mind was not only confused but it was also giving me a 100 reasons why I should not go for that opening asana: your hips are too big, you have never had upper body strentgh, you won’t learn it training by yourself , etc..I do remember replying to my thoughts saying that yes, probably you are all right, but I am still gonna be here doing what I have to do and you thoughts stay there doing what you have to do. The time went by and one day my upper body lifted. It was a good feeling, weird. I couldn’t tell how I got myself up, but I did it. Next day I got on the mat again and repeated it and  repeated it and ….and…..

Yes, I have been doing Urdhva Dhanurasana every day and learning more and more from it. I stretch my chest with pride, feeling like I am open to life again, like I have never been in so long time. My back seems to thank me for finally getting the courage for doing it. It feels released and stretched.

Learning to master wheel pose has not only given me the opportuniy to improve myself, but it has also shown how important is to respect and help students to get there too on their own time and effort.

Soooo, here is my Show and Tell Wheel pose today and I am super happy that I can share it with you…✨😌💫

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que você já viu até agora …. Mas dá uma  sensação boa ser capaz de fazê-lo e compartilhá-lo com você … Quando éramos crianças, tudo que fazíamos, queríamos que nossos pais  vissem. É como se não fosse divertido se ninguém pudesse ver. Não há felicidade completa se você não compartilha a realização com outro ser humano.Não estamos falando sobre aquelas pessoas que querem audiência para alimentar seus egos. Mais na direção oposta, estou falando sobre como partilhar experiências torna a vida mais significativa e inspiradora.

Alguns alunos podem olhar para os seus professores de yoga e sentir que tudo é muito fácil  quando praticam. Talvez algumas poses .. Mas no tapete há sempre espaço para tudo. Trabalho forte no alongamento, na força muscular, na conquista dos medos, na melhora da respiração e acima de tudo no deixar ir embora.

Quando eu comecei a aprender Urdhva Dhanurasana não me senti atraída pela pose, e para me ajudar a evitá-la naquela época minha professora de yoga geralmente a substituía pela ponte . O tempo passou, comecei a praticar com outros professores e Urdhva Dhanurasana veio de novo para o meu tapete. Diferentemente das outras vezes, senti pânico tentando fazê-la e quase nenhuma força para subir. Ainda assim me empenhei em fazer o Arco mas logo decidi voltar para a minha velha Ponte e ficar no asana que me era seguro e confortável. E assim teria sido, se eu não tivesse decidido me tornar uma professora de yoga e, mais importante, se eu não tivesse feito um sério compromisso  com minha prática de Yoga.

Então em 2016 eu decidi trabalhar meu Urdhva Dhanurasana de qualquer jeito. No começo  eu senti que nunca iria sair do chão.Me sentia confusa em quais músculos deveria ativar ou para onde tinha de olhar. Estudei muito o asana antes de ir para o tapete, mas quando o fazia a minha mente não ficava apenas confusa,  mas também me dava umas 100 razões pelas quais eu não deveria ir para esse asana: seu quadril  é muito grande, você nunca teve força na  parte superior do corpo, você não vai aprender este asana sozinha, etc..Eu me lembro de responder aos meus pensamentos dizendo que sim, provavelmente eles estavam certos , mas eu iria ficar no tapete  fazendo o que tinha de fazer e vocês pensamentos fiquem aí fazendo o que tem de fazer. O tempo passou e um dia eu saí do chão. Foi uma sensação boa, estranha. Eu não sabia  dizer como havia me levantado , mas tinha feito.  No dia seguinte, fui para o tapete de novo e de novo e de novo….

Sim, tenho feito Urdhva Dhanurasana todos os dias e aprendo mais sobre ele cada dia. Expando  meu peito com orgulho, sentindo me aberta à vida novamente, como eu nunca estive em tanto tempo. Minhas costas parecem me agradecer por finalmente ter tido coragem para fazer a postura.  Elas se sentem  liberadas e esticadas.

Aprender a dominar a postura do arco não só me deu oportunidade para melhorar a mim mesma, mas também mostrou o quão importante é respeitar e ajudar os alunos a chegar lá também em seu próprio tempo e esforço.

Então , aqui está meu Urdhva Dhanurasana  e estou super feliz de poder compartilhá-lo com você … ✨😌💫

I have just started doing yoga, do I have to drop the meat? 😯😯😯 Acabei de começar a fazer yoga , tenho de parar de comer carne?

  
Depends on who you are making this question for you might get a yes, a no or even it depends on you…
Food is such a hard subject to talk about cause it carries emotional, social and cultural factors. I have heard that it is easier to change a person’s religion than his habit of eating.

If I try to explore lots of points of view about the way we eat, probably I will fail . As I am a yoga teacher I more interested in shredding some light from the yoga side about being or not vegetarian.

Ancient texts like Vedas and Bhagavad Gita state that eating fish , red meat or chicken cause pain, disease and discomfort. 

Swami Vivekananda pointed out that :The amoeba and I are the same. The difference is only one of degree; and from the standpoint of the highest life, all differences vanish.” 

Swami Prabhupada, scholar and founder of the International Society for Krishna Consciousness, gives a different idea: “If you want to eat animals, then [God] will give you… the body of a tiger in your next life so that you can eat flesh very freely.”

But if you are not indian  or if you haven’t born in a family who wasn’t vegetarian probably you have already  tasted at least one kind of meat. And  this wouldn’t be an issue some time ago, some time before you have decided to open your mat daily.

Yoga brings a whole new world with lots of new ways of seeing, absorbing, experiencing what we like to call life. Performing the asanas is just the top of the iceberg. Yoga brings guidance  of how you can  live your existence, including what you eat.

But if Yoga knowledge states that eating meat is a habit that should be avoided, how can you be a Yogi and a meat eater? Hmmm…. Honestly nobody can tell what you should eat or not, but that is the beauty of the Yoga process. I really believe that Yoga doesn’t force you to quit eating meat, as it doesn’t make you be more patient or calmer by force. Through the practice you start to learn these skills day by day. Through pranayam, asanas and meditation you will start changing yourself in so many levels , that stopping eating meat is gonna be one of the changes you will apply in your life. It is an inner work.

And in case you have been  practicing yoga for some time and the idea of dropping meat sounds not possible because someway , somehow you really need it, you can  go for it. It won’t bring any good enlightment to drop something just because someone told you so. Give time and be opened … You might get surprised if one day you just don’t want to taste that hamburger anymore…

❤️

Depende para quem você está perguntando, você pode obter um sim, um não, ou mesmo que você decide como resposta.

A alimentação é um assunto tão difícil de conversar porque traz fatores emocionais, sociais e culturais. Ouvi dizer que é mais fácil fazer uma pessoa mudar de religião do que mudar seu hábito de comer.

Se eu tentar explorar todos os pontos de vista sobre a forma como comemos, provavelmente vou falhar. Como sou professora de ioga me interessa mais trazer o lado  do yoga sobre ser ou não vegetariana, do que por outras questões.
Os textos antigos como  Vedas e Bhagavad Gita afirmam que comer peixe, carne vermelha ou  frango, causam dor , doenças e desconforto.

Swami Vivekananda apontou que: A ameba e eu somos a mesma coisa. A diferença é apenas de grau; e do ponto de vista da vida maior, todas as diferenças desaparecem “.

Swami Prabhupada, estudioso e fundador da Sociedade Internacional para a Consciência de Krishna, dá uma ideia diferente: “Se você quer comer animais, em seguida, [Deus] lhe dará … o corpo de um tigre em sua próxima vida, para que você possa comer carne muito livremente. ”

Mas se você não é indiano ou se você não nasceu em uma família vegetariana, provavelmente  já provou pelo menos um tipo de carne. E talvez isso não fosse um problema há algum tempo, um tempo antes de você decidir abrir seu mat diariamente.

Yoga traz um mundo totalmente novo, com muitas novas formas de ver, de absorver e de experimentar a vida. Executar asanas é apenas o topo do iceberg. Yoga traz orientações de como você pode viver sua existência, incluindo o que você come.
Mas se os textos de Yoga afirmam que comer carne é um hábito que deve ser evitado, como você pode ser um Yogi e comer carne? Hmmm …. Honestamente, ninguém pode dizer a  você oque deve comer ou não, mas essa é a beleza do processo do Yoga. Eu realmente acredito que o Yoga não  vai forçá-lo a deixar de comer carne, como também  não vai fazer você ser mais paciente ou ter mais calma na marra. Através da prática você começa a aprender estas habilidades dia-a-dia. Fazendo os pranayamas, asanas e meditação, você começa a mudar em tantos níveis, chegando a um determinado momento em que muda por vontade própria seus hábitos sociais, físicos e alimentares. É um trabalho interior.

E no caso de você estiver praticando yoga há algum tempo e a idéia de deixar cair a carne não lhe parecer possível porque de alguma maneira, de alguma forma, você realmente precisa dela,  você pode comer. Nada de bom vem de algo que não começa em você.  Dê um tempo e esteja aberto … Um dia você pode ficar surpreso se você simplesmente não quiser mais provar um hamburger …

❤️